Depois de perder os pais num acidente de carro em que somente ela sobreviveu. Ter de viver num mundo cão, dormir na rua, passar fome, escapar dos traficantes, abortar cinco vezes – a morte não era um bicho de sete cabeças.
Não quis nem saber o que lhe aconteceria, apenas pegou a pedra e num só golpe partiu a cabeça da velha e roubou-lhe a bolsa. Saiu calma, depois de ver o sangue jorrando. Aquela noite Geórgia teria o que comer e como se drogar.

1 comentários:
Infelizmente, o Estado (ou a própria vida) faz com que algumas pessoas não tenham mais nada a perder. E, nesse ponto, talvez nada de bom seja mais possível...
Gostei do blog.
Parabéns!
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