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Plínio escreve para além do bem e do mal, faz a morte de brinquedo, e transforma a dor em sorte. Anda nos becos e nas vielas, está vivo e morto, como um amaldiçoado pelo mundo e quando passa espalha pânico, terror e aflição. Plínio enfrenta a fome e o vinho, conhece o conhaque e as rosas, Plínio não é grande e nem forte, Plínio é certo e imprevisível como a morte e o amor.